Esqueci de mencionar que não sou poeta e que quase nunca faço poemas ou poesias, mas de quando em vez escrevo de um tudo. Meu Mundo chega a não me pertencer, não me indentifico por fazer nada específico, sou alguma espécie de mutante constante, às vezes escrevo minha vida como se fosse um livro bem aberto para quem conseguir decifrar palavras mal colocadas, em outras faço poemas tristes com uma certa solidão desvairada e com certos traços de quem não viveu o que se devia, muitas vezes falo daquele monstro adorável que se chama Amor, deixando sempre bem claro que não gosto de me expressar com tamanha sentimentalidade, mas no fim dos casos todos nós somos uma espécie de loucos românticos e totalmente dependentes daquele sempre unânime Amor.
Citando a minha adorada poetisa:
"... Mesmo a um velho eu perguntei: " Velhinho,
Viste o Amor acaso em teu caminho?"
E o velho estremeceu... olhou... e riu...
Agora pela estrada, já cansados
Voltam todos pra trás, desanimados...
E eu paro a murmurar: " Ninguém o viu!..."
Em Busca do Amor- Florbela Espanca
Enquanto muitos procuram, alguns encontram sem ao menos querer.
Essa que é a vida de nosso Deus.
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